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Em algum momento da vida, você já sentiu que precisava desapegar? Como se sentiu?

Desapegar-se é algo que leva tempo – nada preciso, pois cada pessoa tem seu “relógio”, construído com peças originais e que badala de um jeito muito específico – e precisa de investimento psíquico. É uma forma de valor interno, que é muito precioso e importante para que possamos seguir adiante de forma despretensiosa e serena. Não falo aqui em abrir mão de tudo que acha importante, esquecer relacionamentos ou desfazer vínculos afetivos, mas sim exercitar uma forma de envolver-se afetivamente com mais saúde e equilíbrio libertando-se, assim, dos excessos que lhe prendem e/ou paralisam. Ou seja, ser mais franc@ e diret@ consigo, respeitando suas necessidades e limitações (o que não significa parar no primeiro obstáculo mas, sim, respeitar seu momento e forma de lidar com as situações), cultivando oportunidades, abrindo espaço para o novo. 

Se responsabilizar por si e seus atos já é um bom começo. Quem mais pode sentir ou compreender as coisas como você? Sua história de vida é única, com altos e baixos que só você sabe. Indecisões, anseios, felicidades, surpresas, aprendizados… Sua felicidade, satisfação ou qualquer sentimento/realização não dependem do outro para acontecer. Somente você é capaz de lidar com as questões que aparecem, escolhendo para onde ir e como ir. 

Concentre-se no presente, deixe o passado ocupar seu lugar de direito e siga adiante. Claro que o passado tem sua importância e não deve ser esquecido ou marginalizado, mas é importante compreender que esses momentos não voltam e exatamente por terem acontecido é que você está aqui agora. Carregá-lo no presente pode se tornar um fardo que consome sua energia psíquica, tirando o foco de outras questões que podem e precisam ser consideradas. 

Ao falar em desapego, preciso falar de pessoas… Quantas já fizeram parte da sua vida, somaram conquistas, multiplicaram felicidades, subtraíram incompreensões, e dividiram contigo? Mas, apesar disso, as perdas acontecem naturalmente. Ninguém é criança para sempre, amigos seguem por caminhos diferentes, amores não são eternos… Isso é normal, mas nem sempre fácil de compreender, e tudo bem. O importante é que você saiba disso e possa, ao menos, falar sobre, enfrentar sem deixar de lado seus sonhos ou perder o contato com a realidade. 

Permita-se ser livre e dê esse presente para as outras pessoas também! Assuma a responsabilidade pela própria vida e apenas por ela, não imponha princípios, discuta-os, não prenda, estenda a mão, não julgue, tente compreender. 

Desapegar é dar espaço pro novo, reciclar idéias, deixar a criatividade falar, pensar no hoje, mas, principalmente, é aprender com o que passou e ter a certeza que poderá, a qualquer momento, visitar esse “lugar”, mesmo que apenas na lembrança, e ponderar tudo que fez até aqui. 

Lembre-se que esse é um momento único e “intransferível”, e a forma de lidar, as decisões a tomar, o caminho a lapidar, são exclusivos, já que você é a única pessoa que pode germinar esse e nesse processo.

E que bom que é assim… 

 

Michelle Perez


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Psicóloga 

CRP 06/129104

 

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