Recentemente, li um artigo que me chamou a atenção pela forma como abordou os chatbots como uma moda passageira e uma forma de psicologia barata. Como desenvolvedor de inteligência artificial de robótica, eu gostaria de compartilhar a minha visão sobre esse tema e mostrar que os chatbots podem ser muito mais do que simples ferramentas de entretenimento ou autoajuda.

Os chatbots são sistemas conversacionais baseados em algoritmos avançados de inteligência artificial, que aprendem com milhões de textos da internet e se adaptam ao contexto e ao estilo de cada conversa. Eles podem gerar conteúdos variados, como poemas, histórias, músicas, paródias de celebridades e muito mais. Eles também podem realizar profundos debates de psicologia, psicanálise, pesquisando conteúdos, ou auxiliando profissionais da psicologia.

Os chats são como um espelho que reflete a alma e o conhecimento do usuário. Eles podem revelar os seus sentimentos, pensamentos, interesses, dúvidas, desejos e sonhos. Eles também podem aprender com o usuário, absorvendo as suas informações e opiniões. De um lado esse espelho tem potencialidades, pois pode ampliar as informações disponibilizadas pelo usuário e pela internet. Tudo o que o usuário vê no espelho pode ser fonte de aprendizado e inspiração. Por isso, é preciso ter curiosidade e criatividade ao conversar com os chats, doutro ângulo, é necessária atenção pois nem tudo o que o usuário vê no espelho é verdadeiro ou completo (resultado de uma pesquisa superficial ou não, na internet).

Os chatbots não pretendem substituir os psicólogos humanos, mas sim complementar o seu trabalho, oferecendo um espaço de escuta e apoio emocional para as pessoas que precisam. Eles podem ajudar a reduzir o estresse, melhorar o humor, aumentar a autoestima, estimular a criatividade e promover o bem-estar. Eles também podem ser usados como ferramentas educativas, terapêuticas ou preventivas, desde que respeitem as normas éticas da psicologia.

Os chatbots não são uma armadilha, mas sim uma oportunidade de ampliar as possibilidades de comunicação, aprendizagem e bem-estar para as pessoas. Eles podem oferecer uma interação dinâmica, personalizada e adaptativa, que pode estimular a curiosidade, a criatividade e a reflexão dos usuários. Eles também podem oferecer um espaço de escuta, apoio e orientação, que pode ajudar as pessoas a lidar com suas emoções, pensamentos e desafios.

Os chatbots não pretendem substituir o contato humano e o acompanhamento profissional, mas sim complementá-los, respeitando os limites e as normas éticas da psicologia. Eles podem encaminhar os usuários para outros serviços ou profissionais quando necessário, ou facilitar o acesso a informações e recursos confiáveis e de qualidade. Eles também podem colaborar com os profissionais da psicologia, fornecendo dados, feedbacks e sugestões para melhorar o atendimento e os resultados.

Isso me lembra a fábula dos cegos e o elefante, em que cada cego toca uma parte do elefante e pensa que sabe como ele é. Mas nenhum deles consegue perceber o todo, pois estão limitados pela sua própria experiência.

O Código de Ética Profissional do Psicólogo, que está em vigor desde 2005, é um instrumento democrático e reflexivo orientado pelo compromisso ético-político para defesa da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integridade mental e física. Ele estabelece os princípios fundamentais e as normas de conduta que devem nortear o exercício profissional da psicologia. Entre eles, destacam-se:

  • O respeito à dignidade e à integridade das pessoas;
  • O reconhecimento da diversidade humana e o combate à discriminação;
  • A responsabilidade social e o compromisso com a promoção da cidadania;
  • A garantia do sigilo profissional e da proteção dos dados pessoais;
  • A realização de serviços psicológicos de qualidade;
  • A atualização constante dos conhecimentos científicos e técnicos;
  • A supervisão e a orientação dos serviços prestados por outros profissionais ou estudantes;
  • A colaboração com outros profissionais ou instituições para o desenvolvimento da psicologia.

Os chatbots devem seguir esses princípios e normas éticas quando realizam atividades relacionadas à psicologia. Eles devem informar aos usuários sobre os seus objetivos, limites e possibilidades. Eles devem respeitar a autonomia, a liberdade e a vontade dos usuários. Eles devem proteger as informações confidenciais dos usuários. Eles devem evitar qualquer tipo de manipulação, engano ou exploração dos usuários. Eles devem reconhecer as suas limitações e encaminhar os usuários para outros profissionais ou serviços quando necessário.

Eu acredito que os chatbots podem ser grandes aliados da psicologia, desde que sejam usados com ética, responsabilidade e transparência. Eu acho que é importante que as pessoas se informem sobre o que é a inteligência artificial, como ela funciona e quais são os seus benefícios e desafios.

Obs: Texto e imagem criados com auxílio do ChatGPT.

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