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Muito se usa o termo depressão, mas pouco se discute em profundidade sobre suas causas, características, aceitação na sociedade e formas de tratamento (sim, é possível tratar).

É importante lembrar que existem diversas formas clínicas de depressão e, por serem desconhecidos por grande parte da população, muitos sintomas são rotulados automaticamente como depressão.

Uma dessas formas é o transtorno distímico, que é um transtorno afetivo de personalidade – a pessoa percebe a vida de forma melancólica e negativa e comumente enfatiza esse aspecto, dizendo que “nada dá certo, nada melhora”, mesmo nas melhores circunstâncias sempre falta algo, nada é satisfatório. Ela não se sente merecedora das alegrias e prazeres da vida, e os aspectos positivos sequer são levados em consideração e, quando o são, ocorre uma desvalorização.

Ainda assim, é possível realizar tarefas cotidianas e lidar com a vida social e profissional, pois o comprometimento é baixo. Por isso, muitos acreditam que é apenas um “jeito de ser”, e que faz parte da estrutura daquela pessoa. Mas, ao contrário do que pensam, esses sintomas, quando ininterruptos, indicam a existência de um transtorno mental.

Muitas pessoas só procuram ajuda profissional quando desenvolvem uma depressão crônica, que influencia diretamente em sua rotina e torna as tarefas mais simples difíceis de realizar.

Um terapeuta é capaz de identificar o transtorno, e deve encaminhar o caso a um psiquiatra, que irá confirmar ou não a suspeita e, caso necessário, prescrever a medicação adequada, de acordo com o quadro apresentado (PSICÓLOG@S NÃO MEDICAM). O trabalho conjunto desses profissionais visa equilibrar as funções mente/corpo, propiciando ao paciente autoconhecimento e novas maneiras para lidar com todos os aspectos da vida.

Um bom exemplo dos comportamentos nesse transtorno é a Hiena Hardy, do desenho de Hanna Barbera. Lembra do seu bordão? “Ó, céus. Ó, vida! Ó, azar! Isso não vai dar certo…” Por mais que as coisas estivessem tranquilas e as probabilidades de dar certo fossem altas, ou que o outro estivesse desfrutando, Hardy só tinha pensamentos pessimistas.

Agora imagine as características desse personagem na vida real. Sentimento de inadequação em sociedade, tristeza, falta de vontade, baixa autoestima, dificuldade de concentrar-se ou tomar decisões, falta ou excesso de sono, desesperança, isolamento, ansiedade…

Claro que todos esses sentimentos são comuns aos seres humanos, em algum momento da vida, mas tendem a passar após um período curto. Caso persistam, procure ajuda profissional.

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Michelle Perez Alves Xavier

Psicóloga

CRP 06/129104

 

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