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Desde o início da humanidade, a dança já fazia parte de rituais e existia como forma de comemoração a algum acontecimento ou data especial, revelando, no próprio ato, a importância daqueles movimentos para o sujeito e/ou grupo que o praticavam.

Atualmente a dança ainda preserva muito do seu simbolismo para todas as gerações. Mas, além disso, de acordo com a evolução da humanidade, pudemos entender melhor suas benesses. Provavelmente você já ouviu falar, ou é a prova viva de que muitas pessoas escolhem uma música como a trilha sonora da própria vida – aquela que tocou num momento especial e, devido a isso, sempre que a ouve novamente é impossível ficar imóvel e o sentimento retorna “como se estivesse acontecendo de novo”. Mais do que tocar seu coração, dançar regula o sono, alivia o estresse, diminui a ansiedade e os níveis de irritabilidade. Sem contar que esse ato estimula a inteligência cinética, que é o aprimoramento dos movimentos rítmicos e coordenados do corpo.

A partir da dança, o sujeito passa a ter uma percepção positiva do próprio corpo, se valorizando mais, acreditando em seu potencial e recorrendo a experiências de vida somadas com o que se apresenta, elaborando uma maneira de resolver/lidar com determinada situação, interagindo melhor com o grupo, ampliando assim, o convívio social. Tudo isso para dizer que existe uma melhora significativa na autoimagem, autoestima, autoconfiança, criatividade e linguagem.

Todo estilo de dança revela muito sobre aquele sujeito. Ao optar, ele está evidenciando suas preferências de grupos, linguagem, tipos de contato, vestimenta, ritmos musicais, maneiras de pensar o mundo, entre outros… Por isso, se comporta de acordo com as regras sociais determinadas por aquele grupo, assumindo o “comportamento padrão” e somando, de acordo com sua bagagem biopsicossocial.

Quando se trata de dança de salão, por exemplo, um casal que fez essa escolha, apresenta uma melhora expressiva em sua vida conjugal, pois, dançando juntos eles (re)encontram momentos de troca, de descobertas e conseguem (re)criar uma harmonia, muitas vezes já ausente. Já se é uma dança sem par, o reencontro é consigo, com suas escolhas e é também uma forma de expressar sentimentos. Independente se sozinha(o), em dupla, pares ou equipe, a dança é considerada uma forma de terapia, que, através da integração corpo mente, abre espaço para expressarmos nossas emoções e sentimentos e darmos vazão ao que, muitas vezes, é difícil traduzir em palavras…

Nada substitui a psicoterapia, mas, muitas são as maneiras de aliviar o estresse do dia a dia e passar a lidar com suas questões de uma forma mais tranquila, propiciando assim uma trégua na própria vida para iniciar o processo de autoconhecimento. E como é preciso manter o distanciamento social, aproveite para relaxar um pouco e dance. Dance como nunca, se solte, deixe a vergonha de lado e aproveite a vida. 

E, quando sentir que é necessário ter a ajuda de um profissional, entre em contato =)

 

Michelle Perez Alves Xavier


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